Archive for novidades

Jornadas Brasileiras de usuários de GVSIG em Curitiba (Set/2010)

Prezados!

A Embrapa Florestas, a Universidade Federal do Paraná, o Centro
Internacional de Hidroinformática e o Comitê da Bacia Hidrográfica do
Ribeira de Iguape e Litoral Sul estão organizando as Primeiras Jornadas
Brasileiras de Usuários gvSIG que serão realizadas em Curitiba – Paraná,
de 22 a 24 de setembro de 2010. O evento tratará de aplicações,
desenvolvimento e divulgação do gvSIG, um software livre, desenvolvido em
Java, direcionado a sistema de informação geográfica. O formulário de
inscrição para as Jornadas (gratuito), assim como normas para envio de
trabalhos e maiores informações podem ser encontradas no site
http://www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-brasileiras/2010/.

Contatos Comissão Organizadora: jornadas.brasileiras@gvsig.org

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Bing maps revolucionando o mercado de webmapping??

Será que tem tanta inovação assim aí? E no Brasil, será que teremos tantas bases pra tudo isso?

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Consertando o Google Maps?

Matéria original aqui

Se você já passou pela desagradável situação de querer conhecer um restaurante novo, utilizou o google maps para buscar este lugar e acabou encontrando o mesmo de portas fechadas, o google disponibilizou uma ferramenta colaborativa.

A exemplo do “veterano” wikimapia, que aceita inserções de feições diretamente na interface-mapa, o google agora permite que usuários façam correções de informações encontradas em sua base.

Segundo o release oficial foram implementadas algumas salvaguardas para garantir que este tipo de edição seja de “alta qualidade”, ou seja, feita acuradamente. A empresa afirma que investigará todos os locais marcados como “fechados” e também quando um marcador é arrastado para um novo local. Por isso, em alguns casos as as mudanças promovidas pelo usuário podem não aparecer no mapa imediatamente.

Nossa dúvida é: Será que isso pode se estender a informações um tanto quanto mais vitais, como o sentido de ruas ou a existência de barreiras em ruas e rodovias? Experiências com “vire a direita” em ruas que não existem, ou caminhos que levam o usuário a um mesmo ponto são comumente relatadas pelos usuários do serviço mais usado de mapas no Brasil.

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Lançamento da INDE (2)

Veja aqui o vídeo institucional do lançamento da INDE:

http://www.ibge.gov.br/inde/video_INDE.swf

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Agora o site do GPCS – UFPR conta com a opção de tradução para inglês!

Visit the GPCS (Cartography and GIS research group at Paraná Federal University) website! now also in english:

http://www.cartografia.ufpr.br

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Desenvolvimento de Ferramentas para Mapas na Web

Olá!
Você quer concorrer a um pendrive e ainda ajudar no desenvolvimento de ferramentas para mapas na internet ?

Visite a pesquisa relativa ao mestrado do aluno André Mendonça, que procura voluntários para testar ferramentas em mapas na web.

O preenchimento do questionário e a execução das tarefas dura de 5 a 10 minutinhos e quem faz até o final concorre a um pendrive!

Participe clicando no link abaixo:

http://www.cartografia.ufpr.br/webmap

Divulgue para os seus amigos! A pesquisa finaliza no dia 10/06/2009!

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Google e Microsoft investindo no mercado de imagens de satélite de alta resolução

Hoje recebi por e-mail o newsletter do giscafe falando sobre novidades da indústria de SIG na web. Como todos nós no planeta Terra sabemos, google e microsoft vêm, nos últimos anos, travando uma briga acirrada pelo mercado de distribuição de produtos geográficos na internet. Todo mundo ganhou com isso, pois o acesso à informação geográfica tornou-se algo comum pras pessoas que tem acesso à internet e à dispositivos móveis. A tal da cartografia ubíqua aparece cada vez mais integrada no dia a dia das pessoas. Se antes um celular que possuia funcionalidades de mapas e localização por sistema gps custava mais de 5 mil dólares, hoje podemos encontrar aparelhos por menos de 800 reais no Brasil.

Mas, voltando especificamente ao assunto do post, segundo o giscafe o lançamento do Geoeye-1 em setembro deste ano foi o marco da entrada da google no mercado de satélites de alta resolução, já que a empresa ajudou a financiar o projeto – até logo da google tinha no foguete que lançou o satélite – e possui exclusividade no uso destas imagens em aplicações de webmapping.  Lembrando que o satélite possui resolução espacial máxima de 41 cm e que o acordo prevê a distribuição das composições pancromáticas – ainda não sabe-se qual tratamento geométrico e radiométrico a ser aplicado – a serem usadas nos produtos da empresa – google earth, streets e maps. Tirei do gizmodo essa amostra da imagem do Geoeye -1 :

A google já possui desde 2003 um acordo com a Digital Globe (a empresa por trás do satélite Quickbird e, mais recentemente do Worldview I e II, satélites imageadores de alta resolução espacial – 70, 50 e 46 cm em imagens pancromáticas, respectivamente, estando o Worldview II ainda em fase de lançamento, previsto para a metade de 2009) para utilização dos produtos mais atualizados da mesma nos serviços para webmapping oferecidos pela google. Recentemente a Digital globe também anunciou que irá alimentar a plataforma Virtual Earth da Microsoft – concorrente do famosíssimo Google Earth – com imagens de satélite de alta resolução atualizadas e processadas. Aqui embaixo vai uma pequena amostra de uma imagem do Worldview I, da Digital Globe, da península Bolivar, no Texas, EUA. A resolução espacial é de 50 cm e é uma imagem pancromática:

Worldview I - Texas USA

Worldview I - Texas USA

O que é interessante nestes anúncios, coincidentemente quase que na mesma data, é que a Digital Globe está, pelo visto, se esforçando pra ser o principal provedor de imagens de alta resolução disponíveis na internet, e essa estratégia inclui não fazer contratos exclusivos com empresa alguma. Um dos diretores da empresa, Michael McCarthy, ressaltou esta estratégia quando disse que o mercado para o mapeamento online requer uma abordagem diferente do mercado tradicional dos SIG´s, e que o grande “canal” da empresa hoje é ter “seus produtos de imageamento mais ubíquos possíveis”.  O mesmo executivo ainda comenta que a demanda por aplicativos e dispositivos de uso pessoal e móvel que consigam acessar dados geográficos e, principalmente, os dados das imagens de alta resolução disponibilizados pela empresa: “Mais e mais fabricantes procuram criar e adaptar mecanismos que tornem melhor a experiência de navegação em dados geográficos” diz  McCarthy.

Os contratos da digital globe com a Microsoft e a Google também funcionam sob demanda. As empresas requisitam os dados de várias áreas de interesse, e estes são adquiridos, produzidos e processados e entregues já diretamente na base dados das suas plataformas. Tanto uma quanto a outra possuem necessidades específicas, segundo seus públicos-usuários. McCarthy diz que, a google, por exemplo, possui muito mais requisições de áreas urbanas do que rurais,ao contrário da microsoft, e que isso depende especificamente dos usuários.

Importante comentar a importância que existe no fato de nós, usuários destes dados, fazermos testes para mensurar se e como informações advindas destes satélites, disponibilizadas pelos serviços da google e da microsoft podem serutilizados. A avaliação da radiometria – as bandas espectrais utilizadas na composição colorida que você vê no seu pc; da geometria – que diz respeito à acurácia posicional e do sistema de coordenadas e projeção utilizados; e dos dados altimétricos – para conseguir visualizar dados 3D de que adianta um pixel tão detalhado se não tivermos dados de altimetria com precisão e acurácia equivalentes ?; Todos são aspectos importantes no trabalho com estas informações, e sua inobservância fatalmente vai ocasionar a produção de uma cartografia inadequada, pra não dizer equivocada.

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