OSGEO e ICA apresentam o primeiro Laboratório Geoespacial Livre da América do Sul

Adaptado e traduzido do site da OSGEO – Maio, 2012:

Em 2011, a ICA (Associação Cartográfica Internacional) assinou uma espécie de acordo de cooperação e entendimento com a OSGeo – Opensource Geospatial Foundation (Fundação Geoespacial Livre), com o objetio de desenvolver uma colaboração global visando oportunidades na academia, na indústria e nas organizações governamentais relacionadas à dados e programas no campo do opensource geoespacial. Este memorando visa que exista um auxílio para o fornecimento de conhecimento e apoio para a implantação de Laboratórios e Centros de Pesquisa por todo o mundo totalmente baseados em dados e programas livres, como forma de desenvolvimento de programas educacionais e de geração de conhecimento, como incentivo ao estabelecimento das tecnologias livres em todos os setores da sociedade.

Assim, a OSGeo orgulhosamente anuncia a primeira iniciativa neste sentido na América do Sul. Após a implantação de laboratórios na Europa, Asia e África, estamos felizes em anunciar a primeira iniciativa deste tipo na América do Sul, estabelecida na Universidade Federal do Paraná (UFPR), conhecida como uma das primeiras Universidades do Brasil.

O Laboratório Geoespacial Livre na UFPR será liderado pela prof. Silvana Camboin, que é pesquisadora em Cartografia, SIG, SDI (infraestrutura de dados espaciais) e padrões GI (informações geográficas). Antes de ser professora no Departamento de Geomática da UFPR, Silvana trabalhou no IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A equipe que inicia os trabalhos no Laboratório Geoespacial Livre na UFPR será composta da Prof. Dr. Luciene Delazari, da Prof. Dr. Maria Cecilia B. Brandalize, da Prof. Dr. Claudia Robbi Sluter, André Luiz Alencar de Mendonça e Gisele Canova (IBGE).

O website do Laboratório está em construção e seu lançamento será divulgado aqui no Blog.

 

 

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Lançada a 4º edição da revista FossGIS Brasil!

Post original em:
http://fossgisbrasil.com.br/2012/01/lancada-a-4a-edicao-da-revista-fossgis-brasil/

Caros Leitores,

Temos o prazer de anunciar o lançamento do 4°. número da Revista FOSSGIS Brasil. Nesta primeira edição de 2012 a série de capa aborda o tema Metadados, um assunto que merece a atenção especial de todos os que trabalham com dados geográficos. Ao ler os artigos você entenderá o que são metadados e sua relevância no contexto das Geotecnologias. Como complemento à teoria disponibilizamos um tutorial sobre como editar metadados em ambiente SIG Open Source.

Na coluna Desktop GIS apresentamos detalhes sobre o software Spring que nos ajudam a entender por que este projeto brasileiro tem-se mostrado um grande sucesso na área de tecnologia para SIG. Os usuários de ferramentas Mobile gostarão especialmente de ler a matéria sobre o OSM Tracker. Neste número há também um artigo muito interessante que explica como customizar o software Kosmo para aplicações portáteis.

A edição 4 da FOSSGIS Brasil contou com a colaboração da comunidade
internacional. Neste sentido não deixe de conferir a entrevista de Jeroen Ticheler, fundador e presidente do projeto Geonetwork opensource e o artigo escrito por três personalidades de destaque da Associação gvSIG falando um pouco sobre o novo modelo de desenvolvimento do projeto deste robusto software para Sistemas de Informação Geográfica.

Para fazer o download da Revista com estes e diversos outros tópicos,
acesse:

http://www.fossgisbrasil.com.br/download

Agradecemos desde já àqueles que enviarem suas opiniões, comentários e
artigos para publicação, através de nosso site oficial (http://fossgisbrasil.com.br) e/ou do e-mail revista@fossgisbrasil.com.br.

Este ano o desejo de todos que fazem parte da Equipe FOSSGIS Brasil é
continuar Georreferenciando o Conhecimento!

Att,

Equipe FOSSGIS Brasil

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Trabalhando com mapas “pouco usuais” com SLD – parte 1

Olá a todos!

No post de hoje, pretendemos detalhar um pouco a capacidade do formato SLD (styled layer descriptor) para a criação de mapas de símbolos pontuais proporcionais (proportional symbols/range graded symbols) e mapas de pontos de contagem (dot maps). Abaixo segue um exemplo de cada:

Mapa de pontos de contagemMapa de pontos de contagem (Dot Map)

Mapa de símbolos pontuais proporcionais

Mapa de símbolos pontuais proporcionais (range graded map)

A especificação SLD nada mais é que um código no estilo xml, com tags, e que pode simbolizar camadas de informação geográfica. A idéia por trás é que possa servir como um padrão para que as simbologias produzidas em diversos aplicativos possam ser igualmente “lidas” pelo programa renderizador da camada, de forma facilmente editável.

Assim, se você quer produzir um destes dois tipos de mapas para, por exemplo, simbolizar suas camadas dentro do seu servidor de mapas (como o geoserver), o primeiro passo é pensar na maneira que melhor se adequa ao seu framework de trabalho.

Dada a nossa pequena pesquisa aqui apresentada, esta primeira parte do post pretende compartilhar nossas impressões sobre as melhores maneiras de trabalhar esta construção . Assim, encontramos algumas maneiras (e devem existir outras mais) de se produzir um arquivo de simbologia no formato sld:

1- Usando um sig desktop livre (recomendamos o GVSIG, mas o UDIG também faz o trabalho nativamente. O QGIS faz por meio de um plugin, construído por um usuário http://spatialserver.net/pyqgis_1.0/contributed/sldexport.zip ). O OpenJump também consegue exportar em sld.
Não encontramos nada usando o grass standalone nem no spring, pra ficar nos programas mais conhecidos.

2- Usando uma aplicação standalone (desktop ou web) como o AtlasStyler.

3- Usando o “todo poderoso” Arcgis, por meio de um plugin.

4 – Usando o próprio geoserver (ele possui um editor bastante básico: e a possibilidade de um css module

Abaixo fizemos um pequeno prós e contras de cada opção, considerando que queremos um sld pronto com um mínimo de esforço:

1- Os programas testados funcionam de uma forma parecida: ótimos para mapas coropléticos e corocromáticos, bons para labels e topônimos. Porém quando a coisa fica complexa (caso dos mapas objeto deste post) simplesmente não há exportação para o formato SLD.

Mesmo o Udig, que é considerado a implementação padrão da especificação SLD, deixa a desejar neste ponto. Além disso, a estrutura do programa, que sempre falha e cria arquivos de extensões bizarras, bem como o mecanismo de renderização, que usualmente falha e deixa você tendo que refazer mapas com 6 classes, fazem com que o GVSIG ganhe o posto, eleito por este humilde blog, como o melhor sig desktop livre, no quesito “possibilidades de simbologia”

2- O atlas styler é lento, tanto na versão desktop quanto na web. Além disso não dá conta de gerar simbologias como as propostas neste post. Em compensação, tem um bom tutorial para labels e funciona ok para mapas coropléticos e corocromáticos.

3- Todos que leem o blog sabem da nossa preferência pelos aplicativos opensource. Mas o arcgis2sld converter usa um software proprietário como base para a conversão de simbologia. E cumpre seu papel com louvor, dado o fato de que ainda usa a especificação SLD antiga e foi feito dentro da academia (o programa é objeto da tese do sr. Albrecht Weiser). Óbvio que tem problemas: de todos, os resultados são os únicos que, de forma pouco previsível, tornam-se diferentes do que você vê na tela do programa. Isso por si só colocaria esta opção como a última dentre as testadas.
Porém o arcmap2sld é o ÚNICO que conseguiu gerar um mapa de símbolos pontuais proporcionais, quase automaticamente. Isso será detalhado no próximo post.

4 – O editor do geoserver é extremamente básico e contempla apenas a escolha de cores básicas. Já o CSS é uma alternativa interessante, mas o usuário precisa começar com alguns códigos, o que foge ao escopo do que é pretendido neste post.

No próximo post, detalharemos o processo de criação dos mapas de símbolos pontuais proporcionais usando o arcmap2sld, demonstrando os códigos resultantes, bem como produzir os mapas de pontos de contagem ‘no braço’.

Abraços e até lá!
André Mendonça

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Jornadas Brasileiras de usuários de GVSIG em Curitiba (Set/2010)

Prezados!

A Embrapa Florestas, a Universidade Federal do Paraná, o Centro
Internacional de Hidroinformática e o Comitê da Bacia Hidrográfica do
Ribeira de Iguape e Litoral Sul estão organizando as Primeiras Jornadas
Brasileiras de Usuários gvSIG que serão realizadas em Curitiba – Paraná,
de 22 a 24 de setembro de 2010. O evento tratará de aplicações,
desenvolvimento e divulgação do gvSIG, um software livre, desenvolvido em
Java, direcionado a sistema de informação geográfica. O formulário de
inscrição para as Jornadas (gratuito), assim como normas para envio de
trabalhos e maiores informações podem ser encontradas no site
http://www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-brasileiras/2010/.

Contatos Comissão Organizadora: jornadas.brasileiras@gvsig.org

Comments (1)

Bing maps revolucionando o mercado de webmapping??

Será que tem tanta inovação assim aí? E no Brasil, será que teremos tantas bases pra tudo isso?

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Consertando o Google Maps?

Matéria original aqui

Se você já passou pela desagradável situação de querer conhecer um restaurante novo, utilizou o google maps para buscar este lugar e acabou encontrando o mesmo de portas fechadas, o google disponibilizou uma ferramenta colaborativa.

A exemplo do “veterano” wikimapia, que aceita inserções de feições diretamente na interface-mapa, o google agora permite que usuários façam correções de informações encontradas em sua base.

Segundo o release oficial foram implementadas algumas salvaguardas para garantir que este tipo de edição seja de “alta qualidade”, ou seja, feita acuradamente. A empresa afirma que investigará todos os locais marcados como “fechados” e também quando um marcador é arrastado para um novo local. Por isso, em alguns casos as as mudanças promovidas pelo usuário podem não aparecer no mapa imediatamente.

Nossa dúvida é: Será que isso pode se estender a informações um tanto quanto mais vitais, como o sentido de ruas ou a existência de barreiras em ruas e rodovias? Experiências com “vire a direita” em ruas que não existem, ou caminhos que levam o usuário a um mesmo ponto são comumente relatadas pelos usuários do serviço mais usado de mapas no Brasil.

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Lançamento da INDE (2)

Veja aqui o vídeo institucional do lançamento da INDE:

http://www.ibge.gov.br/inde/video_INDE.swf

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